Plano Local de Saúde

Reza a história que jamais a humanidade atingiu os níveis de saúde que se verificam no presente. O crescente conhecimento dos fatores que mais contribuíram para esses resultados faz compreender que a saúde das populações está intimamente relacionada com um vasto conjunto de contributos positivos que extravasam a influência dos próprios serviços de saúde, criados para esse efeito.

Hoje já ninguém duvida que a paz, a preservação da natureza, o equilíbrio ecológico, a organização social, o desenvolvimento económico, o conhecimento e a literacia, os bens de consumo essências, necessários e desejados, a alimentação e a nutrição, a liberdade, dignidade humana, exercem enorme influência nos níveis de bem-estar e de saúde dos povos.        

Face ao contínuo crescimento dos níveis de exigência individual e coletiva que se verifica na sociedade contemporânea, os responsáveis pela área da saúde e em particular os especialistas em administração da saúde, vêm alertando para a indispensabilidade de se adotarem estratégias que privilegiem o envolvimento das comunidades e suas instituições, na promoção da saúde e resolução dos seus problemas.

O presente Plano Local de Saúde (PLS) do Médio Tejo enquadra-se nesses pressupostos, resultando do diálogo e muito trabalho em parceria que foi possível estabelecer dentro e fora dos serviços de saúde. É um primeiro passo num caminho inevitável. A satisfação de muitas das nossas exigências poderá ser assegurada através do aperfeiçoamento e crescimento deste tipo intervenção. Este é um desafio à cooperação, partilha e co-responsabilização entre todos aqueles que ousarem participar. Eles serão os proponentes, decisores e executores. Por isso, o PLS do Médio Tejo pertence-lhes.

 

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