Rastreio do Cancro do Cólon e do Reto

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A neoplasia do cólon e do reto é o cancro mais frequentemente diagnosticado e a segunda principal causa de morte por neoplasia na Europa, considerado como um importante problema de saúde pública na União Europeia.

Em Portugal, em 2015, figurava como a terceira neoplasia mais frequente, sendo a terceira mais frequente nos homens e a segunda nas mulheres. 

A ARSLVT implementou o Programa de Rastreio Oncológico do Cancro do Cólon e Reto, que tem uma base populacional, sendo o acesso universal e gratuito e nos moldes que está a decorrer pretende trazer à prática clínica algumas inovações e melhorias no concerne a:

  • Integração de todo o processo entre os cuidados de saúde primários e os cuidados hospitalares, diminuindo a necessidade de realização de atos médicos e otimizando o recurso a exames complementares de diagnóstico;
  • Utilização de uma plataforma de registo para centralização de toda a informação refernte ao rastreio, para cada pessoa, que permite também facilitar e promover a articulação entre cuidados de saúde primários e cuidados hospitalares;
  • Gratuidade de todo o processo;
  • Garantia de controlo da qualidade de todo o processo;
  • Comodidade do método de colheita, associado à utilização de um teste imunocitoquímico com maior sensibilidade e especificidade para a pesquisa de sangue oculto nas fezes (PSOF);
  • Realização de colonoscopias com garantia de qualidade e segurança do procedimento e fiabilidade do resultado.

 

O Programa de Rastreio tem como objetivos:

  • Diagnosticar precocemente lesões pré-neoplásicas e neoplasia do colo do útero;
  • Reduzir a proporção de neoplasia maligna diagnosticada na fase clínica (sintomática)
  • Aumentar a proporção de rastreios em utentes sem mádico de família;
  • Garantir a escolha informada sobre a decisão de participação no programa;
  • Garantir a qualidade em todo o processo inerente ao programa de rastreio.
 

A finalidade do Programa de Rastreio Oncológico do Cancro do Cólon e Reto é reduzir a morbilidade e a mortalidade por cancro do colo do útero e promover a equidade no acesso a este rastreio.

 

 

 

  • 10. Porque razão é importante aderir aos rastreios?

  • 11. Já fiz o rastreio mas não fiquei "fã". Desta vez o processo é igual?

  • 12. O que é preciso fazer com o kit?

  • 13. Como identifico o kit para saber que a amostra é minha?

  • 14. Se estiver muito calor, devo ter cuidados especiais com a conservação da amostra?