Equipas da RNCCI na ARSLVT

Equipa Coordenadora Regional (ECR-LVT)

 

Ana Soares – Coordenadora da ECR-LVT da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

Carlos Torres - Médico

Sandra Neves - Enfermeira 

Lucia Alves - Enfermeira

Cristina Caetano - Assistente Social - Representante da Direção do Centro Distrital de Lisboa, por nomeação do Presidente do Conselho Diretivo do Instituto da Segurança Social, I. P.

Paula Duque - Assistente Social - Representante da Direção do Centro Distrital de Lisboa, por nomeação do Presidente do Conselho Diretivo do Instituto da Segurança Social, I. P.

Mónica Pereira - Assistente Social

Pedro Soares - Assistente Social - Gestor de Projetos para Integração de Cuidados

Sandra Graça - Apoio Técnico e Administrativo

 

Membros da Equipa Coordenadora Regional da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental (ECR-LVT) Deliberação nº 681/2017 do Diário da República n.º 136/2017, Série II de 2017-07-17)

  • Maria Teresa Pinto Esteves Maia Correia, psiquiatra e coordenadora regional de Saúde Mental da ARSLVT, I. P.;
  • Patrícia Sofia Fonseca Plácido, técnica superior de serviço social, atualmente em funções no serviço de psiquiatria do Centro Hospital Lisboa Norte e membro do gabinete de apoio de Saúde Mental da ARSLVT, I. P.;
  • António Jorge Soares Antunes Nabais, enfermeiro do serviço de psiquiatria da infância e da adolescência do Centro Hospitalar de Lisboa Central e membro do gabinete de apoio de Saúde Mental da ARSLVT, I. P.;
  • Augusto Pereira Carreira, psiquiatra da infância e da adolescência do Centro Hospitalar de Lisboa Central e membro do gabinete de apoio de Saúde Mental da ARSLVT, I. P.;
  • Sofia Alexandre de Andrade Rio Tinto, enfermeira do serviço de psiquiatria do Hospital Fernando da Fonseca

 

Equipas Coordenadoras Locais (ECL)

A nível local, a coordenação é desenvolvida pelas ECL. Estas são compostas por, pelo menos, dois elementos dos CSP (médico e enfermeiro) e um elemento do setor social, nomeadamente do Centro Distrital do ISS, I.P. respetivo.


As principais responsabilidades das ECL são:

  • Identificar as necessidades e propor à coordenação regional acções para a cobertura das mesmas;
  • Consolidar os planos orçamentados de acção anuais, elaborar os respectivos relatórios de execução e submetê-los à coordenação regional;
  • Divulgar informação actualizada à população sobre a natureza, número e localização das unidades e equipas da Rede;
  • Apoiar e acompanhar o cumprimento dos contratos e a utilização dos recursos das unidades e equipas da Rede;
  • Promover o estabelecimento de parcerias para a prestação de cuidados continuados no respectivo serviço comunitário de proximidade;
  • Promover o processo de admissão ou readmissão nas unidades e equipas da Rede;
  • Alimentar o sistema de informação que suporta a gestão da Rede.

 

Conheça as equipas coordenadoras locais

 

Equipas de Gestão de Altas (EGA)

As Equipas de Gestão de Altas são equipas hospitalares multidisciplinares, cuja atividade consiste na preparação e gestão de altas hospitalares com outros serviços para os utentes que requerem suporte de continuidade dos seus problemas de saúde e sociais, quer em regime de internamento, quer em regime de ambulatório.

Conheça as equipas de gestão de altas

 

Equipas Domiciliárias de Cuidados Continuados Integrados (ECCI)

As Equipas Domiciliárias de Cuidados Continuados Integrados, da responsabilidade das Unidades de Cuidados na Comunidade dos Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES), cfr. n.º 4 do art. 11º do DL nº 28/2008 de 22 de fevereiro, direcionam a sua intervenção multidisciplinar a pessoas em situação de dependência funcional, doença terminal, ou em processo de convalescença, com rede de suporte social, cuja situação não requer internamento. O seu desenvolvimento, para além dos Cuidados de Saúde Primários, contempla também a intervenção da Rede Social, no apoio social domiciliário.

 

Conheça as equipas domiciliárias de cuidados continuados integrados

 

Equipas de Cuidados Continuados Integrados de Saúde Mental (ECCISM)

 

As equipas de apoio domiciliário podem estar vinculadas e ser coordenadas tecnicamente por uma unidade residencial, uma unidade sócio-ocupacional, um agrupamento de centros de saúde (ACES) ou um SLSM.