Área Funcional de Emergências em Saúde Pública

A Área Funcional de Emergências em Saúde Pública integra três grupos de trabalho:

 

Gestão de Surtos e Epidemias

Em construção

 

Catástrofes Naturais e Tecnológicas

As catástrofes naturais e tecnológicas são acontecimentos que têm um impacto significativo na saúde da população e na organização dos serviços na comunidade.

Os serviços de saúde pública da ARSLVT devem proceder à caracterização e avaliação dos riscos associados a catástrofes na sua área de intervenção, de forma a mitigar as consequências dos desastres, devendo para tal articularem-se com as entidades competentes nesta matéria, entre outras, a Autoridade Nacional de Proteção Civil, o Instituto Nacional de Emergência Médica, os Hospitais e as Câmaras Municipais.

Para apoiar estas atividades, foi criado, no DSP, o Grupo de Trabalho Catástrofes Naturais e Tecnológicas. Até ao final de 2020, este grupo irá produzir um documento dedicado ao tema “A intervenção dos serviços de saúde pública em diferentes catástrofes para apoio à comunidade”.

Numa situação de catástrofe, existem edifícios que não são utilizados durante algum tempo, por motivos diversos. Importa assegurar que, após a retoma das rotinas diárias, a água da rede predial não sofre alterações, no que se refere à qualidade da água destinada ao consumo humano. Para auxiliar nesta tarefa, foi elaborado o folheto manutenção de redes prediais de água para consumo humano, após situações de catástrofe.

 

Condições Climáticas Extremas

Tem sido previsto que, associado ao fenómeno de aquecimento global, as variações extremas de temperatura, quer sejam devidas ao calor ou ao frio, sejam cada vez mais frequentes e mais intensas. Estes eventos climáticos extremos constituem um fator de risco importante para a saúde humana, particularmente ao agravar doenças pré-existentes como as doenças cardiovasculares e cerebrovasculares, respiratórias e diabetes, e causando um aumento da mortalidade.

A abordagem da Saúde Pública neste contexto é a de tomar medidas para a redução da vulnerabilidade da população face às alterações climáticas, nomeadamente de prevenção, mitigação, adaptação e proteção, compreendendo o envolvimento e participação ativa da comunidade e parceiros.

De forma a apoiar estas atividades, o grupo de trabalho de Condições Climáticas Extremas produz Planos de Contingência de Saúde Sazonal (PCSS) nos períodos de frio e calor, respetivamente o Módulo Inverno e o Módulo Verão, bem como relatórios de avaliação das medidas tomadas na aplicação dos respetivos PCSS.