Ciclo de Conferências ARSLVT - Conversas com... Delfim Rodrigues

F1 1 690 400
04 Fevereiro 2020

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) com o propósito de dinamizar a cultura e o espírito incorporados na resolução da Assembleia Geral das Nações Unidas, que contém uma coleção de 17 metas globais, designadas como os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, está a desenvolver um conjunto de ações que promovam uma interação entre os dirigentes e ao mesmo tempo com o mundo do conhecimento.

A ARSLVT pretende ter um papel ativo, dinamizar a cultura e o espírito da instituição, bem como, a troca de experiências, com valor acrescentado na concretização da implementação de algumas medidas que melhorem as metas e os indicadores globais da região, no âmbito da Agenda 2030, e para isso lançou a iniciativa “Conversas com..”.

Este ano no espaço “Conversas com…” tivemos o prazer de contar com o ilustre Delfim Rodrigues, nascido na Aldeia Nova de Santo Bento, em Serpa, é alentejano por nascimento, mas vimaranense por paixão. Decidido e focado foi administrador do hospital de Guimarães para onde rumou em 1984 e onde se converteu aos encantos da cidade de berço e do Vitoria de Guimarães.

Depois de passar pelos EUA onde conclui uma especialização em administração hospitalar, esteve na direção geral de infraestruturas hospitalares, foi o último diretor geral dos hospitais e o primeiro diretor geral da saúde.

Foi o responsável pela criação das ARS e foi o primeiro presidente da ARSLVT. Esteve envolvido no lançamento de vários projetos na área da saúde, no setor social e no setor privado.

Tem ao longo da sua carreira demonstrado paixão por temas inovadores e de futuro como o prova o desafio que hoje lidera da domiciliação hospitalar, detentor da experiência, aptidão e competência técnica para o exercício destas funções" competindo-lhe apoiar os estabelecimentos hospitalares na implementação dos planos de criação das referidas Unidades Hospitalização Domiciliária, assegurando a harmonização dos mesmos planos, a nível nacional.

Delfim Rodrigues trouxe à discussão aquilo que no seu entender deve ser o futuro das organizações "o futuro deve ter em atenção a promoção do trabalho em equipa e da inteligência coletivas tendo em conta mais o aspeto funcional e menos o aspeto hierárquico (menos órgãos). A governação da saúde deve, por isso, evoluir do orgânico para o funcional, o futuro das organizações de saúde deve passar mandatoriamente pelo conhecimento digital."