Mais 56 camas de Cuidados Continuados Integrados na Região de Lisboa e Vale do Tejo

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03 Setembro 2019

A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) disponibiliza mais 56 camas de Cuidados Continuados Integrados, o que eleva o número para um total, na região, de 2.387 camas para a prestação deste nível intermédio de cuidados de saúde e apoio social.

A ARSLVT, o Instituto da Segurança Social e a Fundação António Manuel Figueiredo Sardinha (FAS) assinaram, hoje, dia 3 de setembro, dois novos contratos programa nas tipologias Média Duração e Reabilitação e Longa Duração e Manutenção.

A FAS, situada no concelho de Sintra, passa a integrar a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) com a Unidade de Cuidados Continuados Integrados “Casa do Sagrado Coração de Jesus”, com um total de 56 camas distribuídas pelas seguintes tipologias: 30 camas de Unidade de Longa Duração e Manutenção (ULDM) e 26 camas de Unidade de Média Duração e Reabilitação (UMDR).

Assim, a região de Lisboa e Vale do Tejo passa a contar, a partir de agora, com 2.387 camas de internamento neste nível intermédio de cuidados de saúde e apoio social, distribuídas por quatro tipologias:

 

  • Convalescença (UC) – 235
  • Cuidados Paliativos (UCP) - 127
  • Média Duração e Reabilitação (UMDR) - 810
  • Longa Duração e Manutenção (ULDM) – 1215

As Unidades de Internamento de Cuidados Continuados Integrados (UCCI) têm por objetivo a prestação de cuidados de saúde e de apoio social de forma continuada e integrada a pessoas que, independentemente da idade, se encontrem em situação de dependência, permitindo a promoção da reabilitação, estabilização clinica e autonomia dos doentes. Nas UCCI são prestados cuidados que previnem e retardam o agravamento da situação de dependência, favorecendo o conforto e qualidade de vida. Este nível intermédio de cuidados contribui para a gestão das altas hospitalares permitindo que as camas dos hospitais sejam atribuídas a doentes agudos.

A ARSLVT dá assim continuidade ao compromisso de melhorar a resposta assistencial aos seus 3,6 milhões de utentes.