Tuberculose em meio prisional: ARSLVT contribui para boas práticas da OMS Europa

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07 Fevereiro 2018

O Programa de Tuberculose da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) participou na definição de boas práticas de prevenção e tratamento da tuberculose em prisões, documento recentemente divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) Europa. O contributo lusitano resulta da colaboração entre várias instituições nacionais e dá a conhecer a experiência portuguesa com rastreios sistemáticos a reclusos.

Good Practices in the Prevention and Care os Tuberculosis and Drug-resistant Tuberculosis in Correctional Facilities é o título do documento que evidencia os resultados positivos do protocolo firmado entre os ministérios da Saúde e da Justiça para a aplicação de rastreios sistemáticos de tuberculose à população prisional. Uma das autoras do artigo é Maria da Conceição Gomes, Coordenadora do Programa de Tuberculose da ARSLVT. No artigo refere-se a realização de rastreio à entrada da prisão e para os restantes reclusos de forma periódica, com um intervalo máximo de seis meses. Os resultados “denunciam” um impacto considerável do rastreio no número de casos secundários nas ou relacionados com o sistema prisional.

Consulte o documento da OMS Europa.